Tudo que você acompanha hoje em planilha, caderno e WhatsApp — as fazendas, as operações, a chuva que caiu, o orçamento da safra — no mesmo lugar, cliente por cliente.
Tela ilustrativa, com dados de exemplo. Não representa a carteira de nenhum consultor.
Cada fazenda em um arquivo. A análise no e-mail, a chuva no caderno, a operação no WhatsApp do gerente, o histórico na sua cabeça. Quem junta tudo isso, toda semana, é você.
Onde parou a operação, quanto choveu, o que a última análise dizia. O tempo que sobra para o parecer técnico é o que ficou depois disso.
Você chega na fazenda sabendo o que aconteceu nela desde a última vez, sem ter que perguntar para ninguém.
Não falta leitura de campo na sua mão. Falta lugar para ela ficar guardada.
Não é uma visita nem uma coleta pontual. É acompanhamento contínuo, fazenda por fazenda, o ano inteiro.
A terra forte e a terra fraca do mesmo talhão, separadas em zonas de manejo, sobre a imagem de satélite.
Como cada lavoura está se comportando, do plantio até agora. Cena por cena, com data, não uma foto isolada.
Para comparar o talhão de hoje com o mesmo talhão nos anos passados. É a pergunta que ninguém responde de cabeça: aquele talhão é ruim, ou foi ruim naquele ano?
O que caiu de verdade em cada pedaço, na mão ou automático. Não a média da região.
Prontos, sem você montar planilha. É o que vai para a mão do seu cliente.
A camada de precisão sobre os talhões da carteira, e a geração de mapas de prescrição a partir do histórico.
É onde você assina embaixo, e é onde hoje você tem menos munição. A Análise Climática monta o histórico da fazenda com até 20 anos — o dado real do pluviômetro dela, completado com série de satélite quando falta — e compara o que está acontecendo agora com o que costuma acontecer nessa época do ano.
112,9 mm no mês, contra 104,8 mm de esperado proporcional para a época.
952 mm até agora, contra 970 mm de esperado no mesmo ponto do ano.
Contra o recorde de 21 dias na série de 20 anos daquela fazenda.
Chuvas acima de 40,2 mm, o limite dos 5% mais fortes do histórico local.
Você pode ler a série inteira, ou só os anos de El Niño, só os de La Niña, ou só os neutros. Quando o produtor pergunta "mas e se vier seco como naquele ano?", a resposta deixa de ser memória e passa a ser a média dos anos parecidos com o que está vindo.
Números de exemplo, de uma fazenda real. O que importa não é o valor: é você chegar na conversa com a série da fazenda dele na mão.
A plataforma cobra a operação atrasada no lugar de você ter que lembrar dela em trinta fazendas ao mesmo tempo.
O que estava programado, o que saiu e o que ficou para trás, sinalizado na tela em vez de descoberto na colheita.
Quem está na fazenda registra o que viu direto no talhão, com foto no ponto. Sem sinal também: fica no aparelho e sobe quando pegar rede.
Manual ou automática. O dado não depende de alguém copiar caderno depois.
A plataforma também empurra informação de volta para você, não só espera você abrir.
O que vai entrar em cada pedaço de terra, na quantidade que você recomendou. Escrito, não combinado de boca.
O pedido de preço vai por link, o fornecedor preenche e o valor volta para dentro do orçamento. Sem planilha indo e voltando por e-mail.
Custo por talhão e custo total daquela operação, naquela safra. É a conta que hoje é feita depois, no fim do ano, quando já não dá para mudar nada.
O produtor deixa de te ver uma vez por mês e passa a ver o trabalho rodando também entre as visitas. É argumento na renovação do seu contrato, não só registro interno.
Esta seção existe porque um consultor que compra achando outra coisa cancela na primeira renovação — e a conta desse mal-entendido sobra para você, na frente do seu cliente.
Ela fecha o custo por talhão e o custo total da safra. Margem depende do preço pelo qual o produtor vende, e isso muda todo dia.
Ainda não existe. Está em desenvolvimento, sem data. Quando existir, você vai saber.
Um objetivo só: te ajudar a decidir melhor, com o histórico e o número na mão na hora da decisão. O que vem depois depende das escolhas que você fizer e das condições da lavoura. Quem escolhe o manejo é você.
Serviço físico é outro produto, com equipe e logística própria. A plataforma é a camada digital em cima do trabalho que você já faz.
A marca da consultoria dentro do sistema não está 100% operacional. A gente não vende o que não está pronto, e por isso não está aqui como se estivesse.
A ConnectFARM é amplificadora do seu trabalho, nunca substituta dele.
Outras consultorias agronômicas já trabalham dentro da plataforma. Nenhum desses números é promessa de resultado: o que a plataforma faz é te ajudar a decidir melhor, e o resultado depende das escolhas que você fizer.
Você declara as fazendas que atende, e a ConnectFARM não prospecta nenhuma delas enquanto você for cliente. Está escrito no contrato, não combinado de boca.
Existe porque você não deveria precisar confiar na nossa palavra para trazer a sua carteira inteira para dentro de uma ferramenta que a gente também vende.
Você não tem área. O que cresce no seu negócio é a carteira e o time que atende ela, então é por aí que a conta é feita — e o valor por pessoa cai conforme o time cresce.
Como o número depende de quantas fazendas e quantas pessoas você leva, ele não vai em tabela pública. Preenche aqui e a gente fecha a condição com você.
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